O estado do Rio de Janeiro confirmou 9 casos de Mpox em
2026, segundo dados divulgados por autoridades de saúde com base em informações do Ministério da Saúde e secretarias
estaduais.
Em todo o Brasil, foram registrados ao menos 62 casos
neste ano, conforme balanços estaduais. De acordo com o Ministério da Saúde, os
quadros são predominantemente leves ou moderados e, até o momento, não há
registro de óbitos.
O estado de São Paulo concentra o maior número de
confirmações, seguido pelo Rio de Janeiro. Também há registros em Rondônia,
Bahia, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Santa Catarina.
No Rio, além dos casos confirmados, outras notificações
seguem em investigação, segundo dados do monitoramento epidemiológico local.
Especialistas indicam que o cenário atual não se assemelha ao
de 2022, quando houve disseminação global da doença, e que o risco para a
população em geral é considerado baixo neste momento.
A Mpox é causada por um vírus da família Orthopoxvirus e
é transmitida principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos
corporais ou objetos contaminados. Os sintomas mais comuns incluem febre,
ínguas e lesões cutâneas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou
recentemente a identificação de uma nova variante resultante da recombinação de
cepas já existentes. Até o momento, não há evidências de circulação ampla dessa
variante no Brasil nem indicação de agravamento do cenário epidemiológico.
O Ministério da Saúde informou que o Sistema Único de
Saúde (SUS) segue preparado para identificação precoce, manejo clínico e
acompanhamento dos casos. A orientação é que pessoas com sintomas procurem
atendimento médico para avaliação adequada.




