Moradores de Italva procuraram o Italva em Foco para
denunciar uma situação que tem causado revolta e indignação: o possível
envenenamento de cães de rua no Centro da cidade. Segundo os relatos, animais
teriam sido vítimas de uma ação criminosa envolvendo pedaços de carne
supostamente deixados com veneno.
Imagens enviadas à reportagem mostram cães mortos e outros agonizando na região da Praça da Matriz. De acordo com os moradores, pedaços de carne foram encontrados próximos aos animais, levantando a suspeita de que o material possa ter sido utilizado para atrair e envenenar os cães. As circunstâncias das mortes, no entanto, ainda precisam ser apuradas pelas autoridades competentes.
A presença de cães em situação de rua é uma realidade
enfrentada por Italva, assim como por grande parte das cidades brasileiras. A
falta de controle populacional e o abandono desses animais podem gerar
transtornos para a população, mas moradores destacam que essa situação jamais
justifica atos de crueldade ou violência contra os animais.
A denúncia provocou forte revolta na comunidade.
Moradores manifestaram indignação diante da suspeita de maus-tratos e cobraram
providências para que o caso seja investigado e, se comprovada a prática
criminosa, os responsáveis sejam identificados e punidos.
Além da crueldade contra os animais, moradores também
demonstram preocupação com o risco que alimentos possivelmente contaminados
deixados em locais públicos podem representar para outros animais e para
pessoas que circulam pela região.
Maus-tratos contra animais é crime
A legislação brasileira considera crime praticar abuso,
maus-tratos, ferir ou mutilar animais. Nos casos envolvendo cães e gatos, a Lei
Federal nº 9.605/1998, com as alterações da Lei nº 14.064/2020, prevê pena de reclusão
de 2 a 5 anos, multa e proibição da guarda para quem cometer maus-tratos contra
esses animais.
O caso deve ser apurado pelos órgãos responsáveis, e a
população pode colaborar com denúncias para auxiliar na identificação de
possíveis envolvidos.
O Italva em Foco reforça que os relatos e imagens recebidos foram encaminhados como denúncia e que a confirmação das causas das mortes depende de investigação oficial.



