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09 fevereiro 2021

ITALVA É UM DOS DESTAQUES DE 2020 EM GERAÇÃO DE EMPREGOS NO NOROESTE

Apesar do turbilhão econômico provocado pela pandemia, o Noroeste Fluminense demonstrou resiliência e fechou o ano com cinco cidades da região com saldo positivo de empregos, como mostram os dados da plataforma Retratos Regionais da Firjan. Além de Laje do Muriaé (+13), Miracema (+36) e Aperibé (+54), completam a lista Bom Jesus do Itabapoana (+223)Italva (+235) – estes dois últimos, entre os 10 maiores saldos de todo o Estado do Rio.

O levantamento foi feito pela Firjan com base nos registros de carteira assinada do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. Mas, se os desafios ainda persistem em Itaperuna, por exemplo – que ainda se recupera com 766 vagas perdidas no auge da pandemia – a construção de edifícios vem alavancando os empregos da região. Esta foi a atividade com o maior número de contratações (+155), com destaque para Italva (+162). Já em Bom Jesus, o número de novas vagas foi impulsionado pelo comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios (+124).

“Os números demonstram a força do Noroeste Fluminense para a economia do Estado, mesmo neste que é um dos momentos mais difíceis que todos nós já vivemos. O desafio continua, mas os resultados mostram que há esperança e bons caminhos pela frente”, disse o presidente da Firjan Noroeste, José Magno Hoffmann. (continua)

Já no Norte Fluminense, Campos dos Goytacazes fechou o ano com saldo positivo de 281 contratações. A cidade foi também a que mais contratou nos segmentos industriais “Produtos derivados de petróleo e de biocombustíveis” (+87) e “Produtos alimentícios” (+326), setores que se destacaram no Estado. Já Macaé, que ainda vem se recuperando do ano típico, fechou dezembro com o quarto mês consecutivo entre os maiores contratantes do Estado do Rio.

“O resultado de dezembro mostra que a recuperação continua, e a expectativa é de que a gente siga nesse processo. Mas isso vai depender muito do avanço da vacinação e também das reformas, questões importantes ainda pela frente para a gente definir a velocidade da recuperação”, disse Jonathas Goulart, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.